Família de Ana Paula Renault confirmou neste domingo (19/4), por meio de um vídeo nas redes sociais, que Gerardo Renault, pai da jornalista, morreu aos 96 anos. Favorita ao prêmio do BBB 26, que terá sua final na próxima terça-feira (21/4), Ana Paula não ficará sabendo da morte do pai por decisão da família. Diante de um momento tão doloroso, a família decidiu respeitar a vontade que ele expressou em vida e não comunica-lá. Ana Paula permanecerá no programa”, informou a equipe da sister do Big Brother Brasil em uma nota publicada nas redes sociais.
De acordo com a equipe de Ana Paula, a decisão em não comunicar a jornalista e fazer com que ela siga no BBB 26 atende uma vontade manifestada pelo pai dela, que a acompanhava mesmo internado no hospital nos últimos dias.
Ana Paula já havia falado algumas vezes no programa que o pai tinha um desejo antigo de que ela tivesse a oportunidade de retornar ao BBB.
“Com profunda tristeza, a equipe de Ana Paula Renault comunica o falecimento de seu pai, seu Gerardo Henrique Machado Renault. Diante de um momento tão doloroso, a família decidiu respeitar a vontade que ele expressou em vida e não comunica-lá. Ana Paula permanecerá no programa. Sua volta nunca significou apenas dinheiro. Representa um sonho cultivado ao longo de 10 anos, uma oportunidade única de revisitar sua história, de se reencontrar com partes importantes de si mesma e de viver um caminho que também era desejado por seu pai. Foi ele quem pediu que Ana voltasse. Foi ele quem desejou vê-la ocupando novamente esse lugar. E é por amor, por força e em respeito a esse desejo que a família escolheu não retirá-la do programa. Neste momento, pedimos respeito à dor de Ana Paula e de todos os seus familiares. Equipe Ana Paula Renault”.
Junto ao anúncio, a equipe compartilhou um vídeo com as irmãs de Ana Paula — Cibele, Gisele, Cida e Ana — no hospital. René não aparece nas imagens por estar a caminho no momento da gravação.
Quem foi o pai de Ana Paula
Gerardo Henrique Machado Renault nasceu em Belo Horizonte (MG) e teve longa trajetória na política. Foi vereador da capital mineira em 1951 e, posteriormente, deputado estadual de Minas Gerais entre 1967 e 1979.
Na sequência, exerceu mandato como deputado federal de 1979 a 1983. Em ambos os cargos, foi eleito por um partido de apoio à ditadura militar, a Aliança Renovadora Nacional (Arena).
Mesmo aos 96 anos, seguia em atividade. Gerardo presidia o Instituto de Previdência do Legislativo do Estado de Minas Gerais, cargo para o qual foi eleito em 1991.
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