O Rio de Janeiro concentra o maior número de candidaturas rejeitadas, com 13 casos. Também houve decisões contrárias a três postulantes da Paraíba, dois do Acre, dois de Mato Grosso do Sul, um da Bahia e um do Amapá. Segundo o Ministério Público Eleitoral, o entendimento do TSE permite impedir a participação de candidatos ligados a organizações paramilitares ou grupos semelhantes, mesmo sem condenação criminal definitiva. O órgão argumenta que a Constituição proíbe partidos políticos de utilizarem estruturas paramilitares, o que também impediria a atuação de grupos criminosos por meio de legendas e candidaturas para conquistar espaço na política. Das 42 candidaturas contestadas pelo Ministério Público, 26 eram do Rio de Janeiro, quatro da Paraíba, três de São Paulo e as demais estavam distribuídas entre outros sete estados.

